Olááá! Hoje é

sábado, 30 de outubro de 2010

Você é Insubstituível



Queridas e Amados, estou sumida heim... Aqui estou de volta com um texto pequeno mais de grande reflexão. Um trecho do livro “Você é Insubstituível” de Augusto Cury.

Por que muitos falharam em conquistar a felicidade? Porque quiseram o perfume das flores, mas não quiseram sujar suas mãos para cultivá-las; porque quiseram um lugar no pódio, mas desprezaram a labuta dos treinos. Precisamos aprender a navegar nas águas da emoção se quisermos ter qualidade de vida no mundo estressante em que vivemos.
O mundo da emoção não aceita atos heróicos tais como: "De hoje em diante acordarei bem-humorado", "Daqui para frente serei uma pessoa calma", "De agora em diante serei uma pessoa feliz, com alto astral e cheia de auto-estima". Grande engano! No calor da segunda-feira todas essas intenções se evaporam...

No mundo da emoção as palavras-chaves são "treinamento" e "educação". Você precisa treinar sua emoção para ser feliz. Você precisa educá-la para superar as perdas e as frustrações. Caso contrário, sua emoção nunca será estável e nem capaz de contemplar o belo nos pequenos eventos da rotina diária. Você contempla o belo?
Pisou nesta Terra um excelente mestre da emoção. Ele conseguia erguer os olhos e enxergar o belo num ambiente de pedras e areias.
No auge da fama e sob intensa perseguição, ele fazia pausas e dizia:
"Olhai os lírios do campo." Somente alguém plenamente feliz e em paz é capaz de gerenciar seus pensamentos e fazer de uma pequena flor um espetáculo aos seus olhos.

A vida é belíssima, mas não é tão simples vivê-la. Às vezes, ela se parece com um imenso jardim. De repente, a paisagem muda e ela se apresenta árida como um deserto ou íngreme como as montanhas.
Independentemente dos penhascos que temos de escalar, cada ser humano possui uma força incrível. E muitos desconhecem que a possuem.

Aprenda, pratique diariamente a técnica do amar-se, aceitar-se e respeitar-se.

Dedico esse texto a todas àqueles que mesmo com lágrimas, anseiam pelo direito de serem livres e felizes.

Um suuupppeeeeeerrrrr fim de semana a todos.
Bjs
Mitchel

sábado, 23 de outubro de 2010

Viagem Para Dentro de Si


Recebi um e-mail do meu pai com essa mensagem e como achei muito linda e verdadeira, compartilho com vocês.
Desejo profundamente que essas palavras abaixo não sejam apenas mais uma leitura, e sim um instrumento de reflexão, entrando nos corações de quem lê e a partir disso transformando nossas vidas.
Às vezes, precisamos de coisas simples para nos sentirmos felizes e realizados, como passar um dia no campo ou na praia com nossos filhos e companheiro, como passar o dia fazendo coisas simples que gostamos... Passamos a vida ocupados, numa busca constante de não sei o quê...!?...

Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral...
É tempo de mais liberdade, porém de menos alegrias...
Tempo de mais comida, porém menos vitaminas...
Dias em que chegam dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre...                            
Você não deixe nada "para uma ocasião especial", porque cada dia que você viver será uma ocasião especial.

Procure “Deus”... Conheça-o.
Leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com as tempestades.
Passe mais tempo com sua família e com seus amigos, coma sua comida preferida, visite os lugares que ama.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.
Use suas taças de cristal, não guarde seu melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentir vontade.
As frases: "Um desses dias", "Algum dia", elimine-as de seu vocabulário.
Escreva aquela carta que pensava escrever "Um desses dias".
Diga a seus familiares e amigos o quanto os ama.
Por isso não protele nada daquilo que somaria à sua vida sorrisos e alegria.
Cada dia, hora e minuto são especiais... E você não sabe se será o último!
Um bom começo de mudança!!!!

Um suuupeeeerrrr fim de semana.
Bjks
Mitchel

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Comprometida



Olá minhas amadas leitoras. Trago pra vocês hoje, um pequeno resumo dos capítulos 1 e 2 do livro que estou lendo agora: "Comprometida" de Liz Gilbert, a mesma escritora do livro "Comer, Rezar e Amar", como o título já diz o livro fala sobre relacionamento.

Liz começa o livro descrevendo a entrevista dela com mulheres Hmong na fronteira da China. Sua primeira pergunta para o grupo foi:
-Como foi que você se apaixonou por seu marido? Como começou a história de vocês?
A senhora mais velha do grupo, olha pra ela como se não houvesse entendido a pergunta. Como era uma garota de 12 anos que estava traduzindo a conversa, Liz resolveu fazer nova pergunta:
-E pra senhora, qual é o segredo para um casamento feliz?
A senhora então repete sua cara de “continuo sem entender o que você quer saber” e as outras do grupo começam a rir. Liz então, um pouco sem graça, esperou que alguém falasse, até que a mais velha de todas respondeu:
-Não sei. Não me lembro. Simplesmente nos casamos, tivemos filhos, eu cuido da casa e das crianças e ele do nosso sustento.
Depois de mais algumas perguntas e de passar a tarde acompanhando a forma de vida dessas mulheres, Liz então diz:
-Assim, a mulher Hmong não espera, necessariamente, que o marido seja seu melhor amigo, o confidente mais íntimo, o conselheiro emocional, o par intelectual, o consolo em tempos de tristeza. Em vez disso, elas recebem boa parte desse sustento e apoio emocional de outras mulheres, irmãs, tias, mães, avós.
Elas não foram criadas para esperar que a tarefa dos maridos fosse fazê-las felizes. Aliás, nunca a ensinaram a esperar que a sua tarefa na terra fosse ser feliz. Como nunca alimentou essa expectativa, ela nunca colheu nenhum desencanto. O casamento cumpriu o seu papel, realizou a tarefa social necessária e isso era bom.
Elas escolhem um homem bom, honesto, trabalhador, ou são escolhidas por eles e pronto. Elas só esperam que eles sejam homens bons, honestos e trabalhadores.

Qual é a reflexão que tirei desse capítulo do livro:
Nós mulheres modernas, fomos criadas, ensinadas, que a busca da felicidade é um direito natural. Não estamos dispostas a abrir mão da nossa vida de anseios individuais. Depois de nos mostrarem as opções, vamos sempre preferir ter escolhas na vida. Escolhas certas, erradas, arriscadas... Não importa... Mas todas as escolhas serão nossas.
Com isso, acho que as mulheres Hmong nos deixa (sem saber) um sábio ensinamento:
Somos mulheres modernas e graças a Deus que somos. Temos o direito de termos expectativas, mas... Da vida, de nós mesmos e não do parceiro.
Quando criamos expectativas em cima de alguém ou de um relacionamento, sempre sofreremos de frustração nas relações.
Devemos ter planos, expectativas, opções e tudo o mais referente a nós mesmos e não ao outro.
Sei que é difícil pensar e agir assim, mas devemos tentar... Se o outro não quer o mesmo que você e isso te incomoda, então, aceite-o ou deixe que se vá.

Comprometa-se com você, com a sua vida, com a sua felicidade e bem-estar. Comprometa-se também com quem você gosta, sem invadir seus limites e não deixando que ultrapassem os seus.

Bom, estou só no inicio do livro e já imagino o que vem por ai...
Esse comecinho já nos deixa uma grande reflexão.

Um super beijo.
Mitchel

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Padrões de beleza



Gente, essa matéria que estou postando abaixo é de Laura Cavallieri e foi escrita em 28/09/2005 no canal de beleza do site bolsa de mulher.
Vocês devem estar se perguntando porque estou postando uma matéria tão antiga!?
Na verdade, pra mim ela é novíssima porque esse assunto é bastante falado ainda quando se trata de auto estima, portanto, compartilho com vocês.

Assim como a moda, os padrões de beleza estão em constante mutação. Seja para se adequar às roupas da estação, seja para nos deixar loucas da vida enquanto tentamos aderir aos arquétipos vigentes, as tendências não param quietas. Basta olharmos para os outdoors que, pronto!, a cor dos cabelos da garota-propaganda já mudou, a chapinha deu lugar a fartos cachos, e as unhas, antes longas e escuras, estão curtas e claras. Acompanhar as tendências não é tarefa fácil. Que o digam as modelos, que vivem de exibir tudo o que o mercado é capaz de lançar.

Nos últimos 50 anos, desde a popularização dos concursos de beleza, o que se viu nas passarelas foi um verdadeiro samba do crioulo doido. Das gostosonas às sequinhas, os mais variados biotipos serviram de inspiração e estamparam armários adolescentes.

Gisele pode até ser a bola da vez, mas nem sempre foi assim. Outras bolas, bem redondas até, já foram as responsáveis por desnortear homens mundo afora. Durante a renascença, as gordinhas abalaram as estruturas com suas fartas curvas. Tinham tanto orgulho das sobras, que as exibiam – sem roupas ou pudor –  para que os melhores artistas da época as imortalizassem em pinturas. Cada curva tinha um porquê e atendia a uma necessidade diferente. Se o excesso de gordura garantia uma reserva para a gestação, quadris largos facilitavam o trabalho de parto e seios volumosos eram perfeitos para amamentar.

O único período em que não existiu um padrão dominante foi na Idade Média. Mas essa fase, em que as mulheres viveram de bem com seus espelhos, não durou muito. Durante o renascimento, voltou a imperar o ideal greco-romano de beleza, que elegeu o equilíbrio das formas como um objetivo a ser alcançado. Nada de mais, e nada de menos, apenas o necessário. E assim foi dada a largada para os regimes, cirurgias plásticas e distúrbios alimentares.

O pintor e escultor colombiano Fernando Botero, pintando gordinhas e gordinhos de bochechas rosadas, ficou famoso por sua releitura dos ideais de beleza do renascimento. Nascido em 1932, Botero trabalhava na contramão da tendência de sua época, que valorizava cinturinhas de pilão, contidas por corseletes e cintas. Parece que o artista apenas antecipou a profusão de campanhas publicitárias que pipocam atualmente. A mais célebre dessas campanhas, da marca Dove, explora a diversidade feminina e busca o belo em variadas formas de expressão. A idéia da campanha da Dove, intitulada “Real Beleza“, surgiu a partir dos resultados de uma pesquisa realizada pela StrategyOne com 3.200 mulheres. A pesquisa avaliou como essas mulheres, compreendidas entre os 18 e 64 anos, e pertencentes a dez países – dentre os quais o Brasil – se sentiam diante do espelho.

Os resultados, que revelaram que a maioria das mulheres está insatisfeita com sua aparência, espantaram a psicanalista Susie Orbach, uma das coordenadoras da pesquisa. Surpreendentemente, as brasileiras ficaram em segundo lugar no índice de insatisfação física (37%), perdendo apenas para as japonesas (59%). Mariana Le Brun foi uma das modelos da primeira campanha da marca. Aos 25 anos, a roteirista assume já ter feito muitos regimes, mas, diferentemente da maioria das mulheres, para ganhar peso. "Morria de vergonha das minhas pernas finas, e não usava saia por nada. Cheguei até a tomar suplementos, só que percebi que quanto mais eu me preocupava com isso, mais insatisfeita eu ficava", recorda. Mariana nunca foi modelo, mas adorou participar da campanha. “Achei a idéia muito bacana. Acredito que muitas mulheres devem ter se sentido aliviadas. Agora, achar que ela é capaz de mudar o padrão de beleza atual me parece ilusório”, opina. Se estamos sendo exigentes demais com nós mesmas, a insatisfação será difícil de ser contornada. Marta Rocha foi Miss Brasil na década de 50 com 98 centímetros de busto e 100 de quadril, números hoje bem distantes do esperado das passarelas.

A vontade que muitas mulheres têm por se adequar aos padrões atuais é responsável por histórias dramáticas e até casos fatais. Quando, em 1996, a modelo Claudia Liz submeteu-se a uma lipoaspiração, acabou num coma que durou quatro dias. Além das cirurgias plásticas que são realizadas desnecessariamente, meninas desenvolvem cada vez mais cedo anorexia e bulimia, doenças que se tornaram um problema a partir da década de 80 e do sucesso de modelos como Linda Evangelista, Claudia Schiffer e Cindy Crawford. E a moda, claro, sempre acompanhando a tendência. A dançarina Sheila Mello, do grupo É o Tchan, é uma das vítimas da mudança da numeração dos manequins – cada vez menores. Quando fazia compras numa loja de grife de São Paulo, Sheila, acostumada a vestir calças de número 40, ficou surpresa ao perceber que teria que levar para casa um modelo 46. Na época, a dançarina expressou sua indignação com o fato de muitas marcas estarem deixando de seguir os moldes do corpo da brasileira.

Se correr atrás de medidas ínfimas é uma tarefa difícil e arriscada, o melhor a fazer é procurar a beleza particular que existe em cada uma de nós. Ao invés de se envergonhar, a apresentadora Angélica fez de sua pintinha uma marca registrada, exigindo que a mesma fosse incluída em sua boneca. De estigma a trunfo, Angélica soube como lidar com sua peculiaridade. No dia em que aprendermos a valorizar nossas características tão pessoais, difíceis de serem imitadas, certamente encontraremos um Botticelli para pintar-nos como Vênus, estonteante com sua cintura larga e olhar misterioso.

Um super, hiper dia pra vcs.
Mitchel

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O Velho, O Menino e O Burro.



Certa vez iam por uma estrada um velho, um menino e um burro. O velho puxava o burro e o menino estava sobre o animal. Ao passarem por uma cidade, ouviram alguém dizer: “Que menino sem coração, deixa o velho ir a pé. Devia ir puxando o burro e colocar o velho sobre este!” Imediatamente o menino desceu do burro e colocou o velho lá em cima, e continuaram a viagem. Ao passar por outro lugar, escutaram alguém dizer: “Que velho folgado, deixa o menino ir a pé, e vai sobre o burro!”  
Então, eles pararam e começaram a pensar no que fazer:
- O velho disse ao menino: Só nos resta uma alternativa: irmos a pé carregando o burro nos nossos braços!

Moral da estória: é impossível agradar a todos! Se eu não me aceitar como sou, jamais saberei amar os outros como eles são; estarei sempre desejando conviver com pessoas sem defeitos; e isto não existe. Saiba reconhecer e aceitar os erros; um erro reconhecido com simplicidade é uma vitória ganha.  

E não esqueça: Cada um de nós é um ser em construção; todos temos defeitos e qualidades.

Beijos, beijos e beijos...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Um Retorno ao Amor - Novos trechos


Olá amadas, nessa segunda-feira, sigo ainda compartilhando com vcs mais um trecho do livro “UM RETORNO AO AMOR” de Marianne Williamson.

Os relacionamentos são laboratórios. Ele reúne pessoas que têm o maior potencial para crescimento mútuo. Avalia quem consegue aprender o máximo de uma pessoa em uma determinada época e então designa um ao outro. Ele sabe exatamente qual a combinação de energias, em qual contexto, tiraria o máximo resultado no sentido de ampliar seu crescimento. Nenhum encontro é acidental. “Aqueles que precisam se encontrar vão se encontrar, porque, juntos, têm o potencial de viver um relacionamento.”

Existem “três níveis de ensinamento” possível dentro de um relacionamento. O primeiro nível é o encontro casual (num elevador, dois estudantes indo juntos para casa etc.). O segundo nível é aquela “relação mais constante, na qual durante um tempo as duas pessoas participam de uma situação de ensino/aprendizado bastante intensa e depois parecem se separar”. O terceiro nível de relacionamento é a relação que, quando formada, dura a vida inteira. Nesse último, “a cada pessoa é dado um companheiro de aprendizado, que lhe dá inúmeras oportunidades de aprendizado”.

Na maioria das vezes é nestes encontros casuais que nos é dada a oportunidade de aparar as arestas da personalidade. As fraquezas pessoais que se tornam evidentes nos encontros casuais aparecerão ampliadas em relacionamentos mais intensos.

No segundo nível as pessoas são reunidas para um trabalho mais intenso. Durante o tempo que passarão juntas viverão experiências necessárias para que aprendam uma lição. Quando a proximidade física não comporta mais o nível mais alto de ensinamento e aprendizado entre elas, o plano faz com que se separem fisicamente. No entanto, o que parece ser o final do relacionamento não é realmente seu fim. Os relacionamentos são etenos. Eles fazem parte da mente e não só do corpo, visto que somos todos feitos de energia e não de um corpo. Corpos que se juntam podem, ou não, representar uma união real, já que a união pertence à mente. Pessoas que dormiram na mesma cama por 25 anos podem não estar realmente unidas, e outras que estão separadas por quilômetros podem não estar nem um pouco separadas.

Os relacionamentos de terceiro nível são poucos, “porque sua existência implica que os envolvidos tenham atingido um estágio, simultaneamente, onde o equilíbrio de ensinamento-aprendizagem é realmente perfeito”. Normalmente não reconhecemos nossas tarefas do nível três, podemos até sentir certa hostilidade em relação a estas pessoas em particular. Porque uma pessoa assim em nossas vidas é alguém que nos força a crescer. Não é porque alguém tem muito a nos ensinar que vamos gostar dessa pessoa. As pessoas que têm mais a nos ensinar freqüentemente refletem de volta para nos os limites de nossa própria capacidade de amar. São aquelas que, conscientemente ou não, desafiam nossas posições dominadoras, mostrando nossas barreiras. E nossas barreiras são nossas feridas, ou seja, os locais onde sentimos que não temos mais amor para dar, aos quais não conseguimos nos conectar mais intensamente, nem perdoar a partir de certo ponto. Estamos na vida um do outro a fim de nos ajudar a ver onde a cura é mais necessária e a fim de nos ajudar a nos curarmos.

Uma extraordinária semana para todos nós.
Bjks

domingo, 17 de outubro de 2010

Um Retorno ao Amor - Novos trechos


Olá amadas, hoje trago pra vcs mais um trecho do livro “UM RETORNO AO AMOR” de Marianne Williamson. 

O presente é sempre uma oportunidade de começar de novo. O passado é importante para que ao olharmos para trás, vejamos que a Vida sempre está nos dando uma nova oportunidade.

Deus está sempre expandindo nossas possibilidades. Ele nos dá inúmeras chances, mas nossa tendência é subestimá-las. Nossas energias em conflito sabotam tudo. Pedir por um novo relacionamento ou novo emprego não mudará nada se vamos encarar a nova situação exatamente da mesma maneira que encaramos a última. Até que estejamos curados de nossos demônios internos, nossos temerosos hábitos mentais, transformaremos todas as situações em uma tragédia dolorosa, como as que vieram antes desta. Tudo o que fazemos está impregnado pela energia com a qual o fazemos. Se estamos desvairados, a vida será desvairada, se estamos em paz, a vida será pacífica. Portanto, nosso objetivo em qualquer situação deve ser a paz interior. É nosso estado interior que determina a vivência da vida e não o contrário.

Se você já viveu um apocalipse pessoal, não tem necessidade de passar novamente pela mesma coisa. Saiba que temos escolha e ter consciência disso, é ter uma compreensão bastante madura sobre o mundo.

Gandhi diz “Precisamos ser a mudança”. Para isso, precisamos nos libertar das armas que habitam em nossas mentes, aquelas que o ego não nos deixa ver.

Precisamos decidir o que queremos ver antes de ver. Recebemos o que pedimos (quem procura acha). “A projeção molda a percepção”. Podemos encontrar e vamos encontrar o que quer que procuremos na vida.

O Paraíso não é, nem uma condição e nem um lugar, mas a “consciência da perfeita unidade”.

Bom domingo para todos.

sábado, 16 de outubro de 2010

Fazer Diferente


Esse texto é pequeno, porém muito profundo. É por isso, minhas queridas leitoras, que estou compartilhando com vcs.
Retirado da revista ViVa Mais!, edição 575 de 8 de outubro de 2010. O texto foi escrito por Lana Bitu (redatora-chefe).
“Não há maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”.
 A frase do literalmente genial Albert Einstein é a mais inspirada resposta para quem se queixa da vida. Pois a regra vale para todos: 99% do que nos acontece é, direta ou indiretamente resultado de ESCOLHAS NOSSAS.
Logo, quem não suporta alguma realidade que lhe cerca deve parar de esperar que a mudança chegue. Pois ela não vem até nós... Ela vem DE NÓS.
Não é fácil; o hábito é traiçoeiro, nos faz agir – ou não – antes mesmo de pensar.
Por isso, mudar começa na intenção, no tentar pensar diferente para enxergar diferente e, por fim, fazer diferente.
Vá aos poucos, pois como diz o texto Filtro Solar, “a direção é mais importante do que a velocidade”.
Com o passar dos anos e experiências vividas, aprendemos que o tempo não é algo que possa voltar para trás. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.

Um belo e maravilhoso sábado para vocês.
Mitchel

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Desobvialize



Oi amadas! Esses dias tô que tô heim!? Cheia de coisas pra passar pra vcs.
Vou lendo uma coisa aqui, ouvindo outra ali, pesquisando, descobrindo, e então vem a vontade de compartilhar com vcs as coisas boas. 

Esse video abaixo tem apenas 2:25 mas é muito legal. Ele aborda de forma divertida, com muito humor mesmo, várias maneiras de você fazer o não-óbvio, algo inusitado que é inesperado até mesmo pra vc. Desobvialize! Tome um sorvete de algo estranho que vc nunca ouviu falar, bote uma cor de batom que vc nunca usaria, cante e dance de brincadeira no seu local de trabalho pra descontrair, sei lá... DESOBVIALIZE! E SEJA FELIZ! :)



Um Retorno ao Amor - Novos trechos



Olá amadas, hoje trago pra vcs mais um trecho do livro “UM RETORNO AO AMOR” de Marianne Williamson.

Para que você entenda o que a autora chama de Milagre, aqui vai a sua explicação: Um milagre se constitui de uma mudança de percepção, de pensamento, um retorno ao amor.
Marianne também usa a expressão Espírito Santo que pode ser vista para cada individuo como: Universo, Deus, Alá, enfim... Vai dá crença de cada um.

Vivenciar o amor é uma escolha que fazemos, uma decisão racional de ver o amor como o único objetivo de valor real em qualquer situação. Até que façamos essa opção, buscaremos resultados que acreditamos que nos farão felizes e depois descobrimos que não fazem. É por isso que a busca externa é o significado da idolatria (isso vale para o dinheiro, sexo, poder ou qualquer forma de satisfação material).

O mundo muda quando nós mudamos, o mundo nos ama quando decidimos amá-lo.

“Os milagres acontecem naturalmente como expressão do amor”. Eles refletem uma mudança no nosso modo de pensar, liberando a força da mente para o processo de cura e correção. A cura pode acontecer de muitas formas. Às vezes um milagre é uma mudança nas condições materiais, como uma cura física. Em outras, uma mudança psicológica ou emocional. Basicamente o que muda é o modo de incorporar a experiência em nossa mente, ou seja, como a vivenciamos.

Perdoar o passado é um passo importante para vivenciar milagres. A única coisa real no passado é o amor que demos e o amor que recebemos, o resto é ilusão e não passa disso. “Dê o passado Àquele que pode transformar, para você, sua consciência sobre esse passado”. Entregar o passado ao Espírito Santo significa pedir que somente pensamentos de amor e ajuda permaneçam em nossas mentes e que todo o resto seja liberado. E aí nos resta o presente, o único tempo em que os milagres acontecem.

O primeiro passo é reconhecer que tomamos a decisão errada por vontade própria, mas que também por vontade própria podemos decidir pelo contrário.

No trailer do filme “A Suprema felicidade” de Arnaldo Jabor, o ator Marco Nanini diz a seguinte frase: A VIDA GOSTA DE QUEM GOSTA DELA.

Um supeeerrr Beijo.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um Retorno ao Amor


Olá amadas, como foram de feriadão?
Bom, hoje trago pra vcs um trecho do livro “UM RETORNO AO AMOR” de Marianne Williamson, que fala do medo. Achei interessante então compartilho com vcs.

Nós nascemos com o amor. O medo, aprendemos aqui. Viver o amor em nós mesmos e nos outros é o significado da vida. O significado não está nas coisas, está em nós. O medo é nosso desamor compartilhado. O amor está dentro de nós, não pode ser destituído, pode apenas ser escondido.

Nossa repressão é interior. Nós simplesmente temos medo. Nosso temor vai e vem como as ondas. Temos medo de que este não seja o relacionamento ideal ou de que seja. Temos medo do fracasso ou do sucesso. De morrer jovens ou de envelhecer. Temos mais medo da vida do que da morte.

A mudança que realmente procuramos está dentro de nossas cabeças. Os eventos estão sempre fluindo, bons ou rins. Num dia, as pessoas nos amam, no dia seguinte estamos na mira delas. Num dia as coisas acontecem tranquilamente, no dia seguinte irrompe o caos. Essas mudanças na vida sempre vão acontecer, fazem parte da experiência humana. O que podemos mudar, no entanto, é como as vemos. E essa mudança na nossa percepção é um milagre.

E se vamos amar ou fechar nossos corações para o amor, trata-se de uma escolha mental que fazemos a cada instante todos os dias.

Onde o amor não está presente o medo se instala. O inferno reina livremente ali. O medo é uma ilusão, é imaginário. O medo fabrica uma espécie de universo paralelo onde o irreal parece real e o real parece irreal.

O pensamento é a origem, a experiência é a conseqüência. Se não gostamos das conseqüências de algo sobre nossa vida, precisamos mudar a natureza do pensamento.

O significado de Paraíso = o amor em nossas mentes produz o amor em nossas vidas.
O significado de Inferno = o medo em nossas mentes produz o medo em nossas vidas.

O ego é nosso poder mental virado contra nós mesmos. Ele nos ensina o egoísmo e o julgamento. Mas só existe um de nós aqui: o que damos aos outros damos na verdade a nós mesmos, e o que negamos aos outros estamos negando a nós mesmos. Ao abandonarmos o amor, ele nos abandona na mesma proporção.

Existem possibilidades de amor em tudo o que fazemos e pensamos. Existe um plano perfeito para cada um de nós e cada encontro, cada circunstância tem seus propósitos.


Focar a luz nos traz à luz.
Na ausência do amor, começamos a nos despedaçar devagar e definitivamente. Portanto ame seus pais, seu filho, um esporte, um animal de estimação, a você mesmo. A vida... Ame a vida.

Ter fé é confiar na força que move o universo.

Um meeegggaaa beijo.

domingo, 10 de outubro de 2010

Permanecendo alto na árvore de Maçãs



Nós mulheres somos como maçãs nas árvores... As melhores estão na copa da árvore.
Os homens não querem alcançar as melhores, porque tem medo de cair e se machucar...
Ao invés disto, pegam as maçãs podres, que estão caídas no chão e que por não serem tão boas, são fáceis de se conseguir.

Ás vezes as maçãs que estão na copa da árvore, pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, "Elas são grandiosas".

Temos que ser pacientes e esperar que o homem correto chegue, aquele que seja suficientemente valente para subir até o alto da árvore por nós.

Não nos deixemos cair para sermos alcançadas, quem nos queira realmente, fará TUDO para nos alcançar...

És única no mundo e como tal... Mereces respeito.

E lembra... A mulher saiu da costela do homem, não dos pés para ser pisoteada, nem da cabeça para ser superior.
Mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida, e do lado do coração para ser amada... Só isso, ser amada...

Com carinho para minhas amigas maçãzinhas!
Feliz Domingo!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O amor é grande, mas não é Dois



Aos casados há muito tempo, aos que não casaram recentemente, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar...

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera.

Tudo o que todos querem é amar.
Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.

Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que?
O amor.
Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor.
É preciso que haja antes de mais nada, o respeito.
Disposição para ouvir argumentos alheios.
Paciência... Amor, só, não basta.
Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos e acessos de carência, tem que saber levar.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio
tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância,
vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança.
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta      que não escutou.
É preciso entender que união não significa necessariamente fusão.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!

(Autor: Artur da Távola)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Quando me amei de Verdade




Olá amadas! Trouxe um texto maravilhoso pra nossa reflexão dessa quarta-feira que aqui em Salvador, já se inícia com muito sol e calor. Tenham um excelente dia.
 
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo, somente para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está preparada.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, toda e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
Inicialmente, minha razão chamou a essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que isso se chama… Amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos e abandonei os projetos megalômanos para o futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, dessa maneira, errei menos.
Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é… Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber Viver!

“Não devemos ter medo dos
confrontos… até os planetas se
chocam e do caos nascem as estrelas”

Texto de Charles Chaplin

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Calçados Moda Verão 2010-2011


Olá amadas!
Hoje trago pra vocês o que há de melhor na MODA calçados - Tendência 2010 -2011. Espero que gostem porque eu, simplesmente adorei!!! 

A Arezzo, lança uma nova coleção para o Verão 2010-2011. Lindos não são? eu também amei.




A coleção de calçados verão 2011, está sendo marcada por intensa variação de modelos, estilos e cores, então confira abaixo algumas fotos:








Coleção Schutz Verão 2011:


Coleção Primavera/Verão 2011 da Via Marte:


Coleção Dakota Verão 2011:


domingo, 3 de outubro de 2010

Quem é o seu Amante?






"Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um.
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam".
Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório, para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:
"Depressão", além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!!!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam:
"Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas"?! Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
"AMANTE" é aquilo que nos "apaixona", é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso "AMANTE " é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso "AMANTE" em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto...Enfim, é "alguém!" ou "algo" que nos faz "namorar a vida" e nos afasta do triste destino de "ir levando"!..
E o que é "ir levando"?
Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é ratificante,
observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, de que talvez possamos realizar algo amanhã*.
Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante, seja também um amante e um protagonista ... DA SUA VIDA!

Acredite:
O trágico não é morrer, afinal a morte tem boa memória, e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver...
Por isso, e sem mais delongas, procure um amante... A psicologia após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:

"PARA  ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE
 JOVEM E FELIZ, 
É PRECISO NAMORAR A VIDA".


Por: (Jorge Bucay - Psicólogo)

Um meeeggaaa domingo
Bjks