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domingo, 4 de dezembro de 2011

Ai de nós, quem mandou?



Bom meninas, estou lendo o livro “FELIZ POR NADA” de Martha Medeiros e me deu vontade de compartilhar com vocês o texto abaixo. Trarei também outros textos interessantes desse livro. 

Mulheres ganham salários menores do que os dos homens, e líderes feministas seguem lutando para reverter essa injustiça. Mas já não sei se é boa idéia continuar batalhando por igualdade. Depois de ler o resultado de uma recente pesquisa feita pela Universidade de Harvard, fiquei inclinada a pensar que talvez seja melhor manter as coisas como estão. A pesquisa chama-se Schooling Can’t Buy Me Love (Escolaridade não pode me comprar amor) e confirma que mulheres que estudam mais acabam progredindo e, quanto mais bem-sucedidas, menores as chances de se casar. Os homens ainda não estão preparados para abrir mão da superioridade que o papel de provedor lhes confere. E mesmo os mais antenados, que apóiam que suas mulheres sejam independentes, ficam inseguros se elas tiverem cargos de chefia e muita visibilidade. Ganhar dinheiro, tudo bem, mas aparecer mais do que eles já é desaforo.

Beleza. O que vamos dizer para nossas filhas? Estudem, mas fazer doutorado e mestrado é exagero, antes um bom curso de culinária. Tenham opiniões próprias quando conversarem com as amigas, mas em casa digam só “ahã”, para não se incomodar. Usem seu dinheiro para comprar roupas, pulseiras e esmaltes, esqueçam o investimento em viagens, teatro e livros. E, na hora de se declararem, troquem o “eu te amo” por “eu preciso de você”, “eu não sou ninguém sem você”, “eu não valho meio quilo de alcatra sem você”. Homens querem se sentir necessários. Só amados não serve.

Que encrenca que as feministas nos arranjaram. Estimularam o pensamento livre, a autoestima, a produtividade e a alegria de trilhar um caminho condizente com nosso potencial. De apêndices dos nossos pais e maridos, passamos a ter um nome próprio e uma vida própria, e acreditamos que isso seria excelente para todos os envolvidos, afinal, os sentimentos ficaram mais honestos, e com eles os relacionamentos. O amor deixou de ser o álibi para um lucrativo arranjo social. Passou a ser mais espontâneo, e as carências de homens e mulheres foram unificadas, já que todos precisam uns dos outros para dividir angústias, trocar carinho, pedir apoio, confessar fraquezas, unir forças no momento das dificuldades. Todos se precisam da mesma forma, não de formas distintas. Mas há quem defenda que homem só precisa de paparico e mulher de quem tome conta dela, ponto e basta.

Nunca imaginei que em 2010 ainda estaria escrevendo sobre isso. Achei que os homens já tivessem percebido o quanto ganham em ter uma mulher inteira a seu lado, e não um bibelô. Acreditei que a competitividade tivesse dado lugar a um companheirismo mais saudável e excitante, onde todos pudessem se orgulhar dos seus avanços e se apoiar nas quedas, mas que iludida: isso é coisa pra meia dúzia de emancipada, filha. Essas mulheres aí que não cozinham, não passam, não lavam, só evoluem, essas não são exemplo pra ninguém, são umas coitadas de umas infelizes que pagam as contas e ainda se acham divertidas, se fazem de inteligentes, querem bater perna em Nova York, pois vão arder no fogo do inferno, vão amargar na solidão, vão se arrepender de ter lido aquela Simone de Beauvoir, vão morrer abraçadas aos seus laptops, aqui se faz, aqui se paga, escreve aí.
Tamo ferrada.

Por: Martha Medeiros                    

Um excelente domingo a todas.
Bjks
Mitchel







quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Desânimo?



Gente! Achei essa matéria sobre o desânimo muuuuuito boa por isso trago pra vocês. O texto é grande mas vale a pena ler.

No livro “Alice no país das maravilhas”, de Lewis Carroll, Alice e o gato de Cheshire mantêm o seguinte diálogo:`

- Gatinho, que direção devo tomar?
- Isso depende de aonde queiras ir.
- Não sei muito bem aonde quero ir.
- Então não importa a direção que tomes.

Este diálogo tem uma relação direta quando o desânimo se abate sobre qualquer um de nós. O desânimo faz com que tenhamos a sensação de nos sentirmos vazios, parecendo que existe um “buraco” dentro de nós. Ficamos sem forças e sem disposição para realizar qualquer coisa, seja tomar uma decisão, visitar alguém, elaborar um relatório, telefonar para algum cliente, etc.

Mesmo nas corporações existem razões para que o desânimo se manifeste. Oscilações da economia, chefes tiranos, exercer ações fora da área de competência, são exemplos que levam ao desânimo, ao desestímulo e ao tédio.

Desânimo significa “sem alma”, sem vibração, descrença em si mesmo. É a sensação de uma estagnação total, onde ficamos “parados no tempo” e sem força interior para reagir ou para mudar tal situação. A vontade parece ser a de ficar o dia inteiro deitado e “fugindo” das suas causas.

Maria Chiaria Carullia, em seu livro “A farmácia da alegria”, define desânimo como “a falta de vontade de viver confiante e corajosamente ou de empenhar-se em algo construtivo; é a incapacidade de achar interesse no trabalho, nas atividades cotidianas, nos relacionamentos... Em geral, nisso se esconde uma revolta, uma insatisfação diante de um estilo de vida, um rancor não expresso a si mesmo...”

Desânimo nos desmotiva e não nos leva a lugar nenhum. Não resolve nada, ao contrário, traz junto a preocupação, a ansiedade, o medo, levando o indivíduo àuma sensação de derrota.

Esta sensação afeta a todos nós, sem exceção. Como seres humanos, temos dias bons e dias ruins, dias onde estamos motivados e animados e outros onde estamos desanimados e sem motivação.

Quando o desânimo se abate sobre alguém, algumas características se tornam evidentes, tais como:

· não ter disposição para tomar decisões;
· apresentar um sentimento de inferioridade;
· verbalizar muito a frase “eu não vou conseguir”;
· ter um acentuado complexo de culpa e uma tristeza sempre presentes;
· apesar de cumprir com suas tarefas, pode ter uma crise por se achar sempre sobrecarregado e exausto, acreditando mesmo ser impossível dar conta de outras tarefas;
· sentir uma grande angústia, desolação e desespero, chagando aos limites de sua resistência;
· acreditar que a culpa pelo seu estado é sempre dos outros, nunca de si mesmo. Isto leva a pessoa a se vitimizar e não merecer passar por tal estado.

“Dependendo de sua freqüência e intensidade, doenças físicas e psíquicas podem ser desencadeadas. Quando a mente desiste, o corpo também desiste. Esta desistência da mente em se preocupar com os objetivos, embora haja sensação de descanso, dá margem à angústia e suas conseqüências”, afirma o psicanalista Chafic Jbeilli, autor do livro “Superando o desânimo”.

Para mais, o referido autor cita as seguintes causas para o aparecimento do desânimo:

· falta crônica de dinheiro;
· conflitos sociais e familiares;
· falta de feedback;
· descuido pessoal;
· esgotamento físico e emocional;
· constância de resultados insatisfatórios, nulos ou negativos;
· avaliação simplória de desempenho e resultados;
· falta de apoio e incentivo.

De acordo com Janete Tir, em texto publicado na revista Vida Execturiva (março/2006), estas causas podem levar o indivíduo a:

· adiar projetos continuamente;
· não querer assumir responsabilidades;
· ficar irritado por qualquer motivo;
· achar que os elogios não são sinceros:
· não se empolgar com novos projetos;
· passar longe dos desafios arriscados; e,
· acreditar que nada do que fizer dará certo.

E como poderíamos vencer o desânimo quando ele se fizer presente? Abaixo vão alguns pontos importantes.

Conhecer-se a si mesmo 
Isto é fundamental. Aquele que não se conhece, que não sabe de suas fraquezas e de seus limites, poderá sofrer as conseqüências do desânimo.

Estabelecer um objetivo para viver Viver não significa apenas trabalhar, ganhar dinheiro e ter sucesso material. Ter uma missão de vida, além do sucesso material, também vai fazer com que se alcance o sucesso mental, emocional e espiritual.

Manter sempre a auto-estima em alta
Existem pessoas que, desde pequenas, sempre escutaram a frases como “você não vai conseguir”, “desse jeito você nunca será ninguém”, e outras do gênero.
O escutar constante destas expressões, ou outras similares, faz com que a pessoa cresça descrente de si mesma e de suas possibilidades, tornando sua vida cheia de amargura e de desânimo.
Por isso, nunca se deve dar ouvidos a estes comentários. Deve-se estar preparado para, isto sim, dar o melhor de si, fazer o melhor que puder fazer naquele momento.
Isto torna a pessoa mais confiante, fortalece sua auto-estima e contribui para seu sucesso e realização pessoais.

Aprender a vencer o medo
O que mais se relaciona com o desânimo é o medo. Qualquer que seja ele: medo de fracassar, medo do futuro, medo de mudar... O medo pode ter como fonte a incerteza e a insegurança.
“Tenho certeza de que isto é o melhor?”
“Sinto-me seguro em encarar este desafio?”
Estes tipos de perguntas são aquelas que podem ser o obstáculo do nosso auto-desenvolvimento.
Quando Sidarta Gautama, o Buda, iniciou sua vida espiritual, ele foi exposto às cinco tentações, uma delas, o medo. E ele o venceu com entusiasmo.
É por isso que os budistas afirmam que o medo e o entusiasmo andam de mãos dadas: são, apenas, os pólos de uma mesma sensação ao se antecipar um acontecimento futuro.

Manter sempre uma atitude positiva
Quem não tem problemas? Preocupações? Obstáculos?
É nossa atitude diante dos problemas o fator determinante da dimensão do poder do desânimo sobre nós.
Atitudes positivas representam o alicerce, a fundação, sobre o qual construímos mudanças interiores, não só para mudarmos nossa vida como também assumirmos o controle total sobre ela.
Problemas todos nós temos. Mas a razão do nosso desânimo é a nossa atitude diante deles. Como diz o ditado: “o problema não é o problema; o problema é a nossa atitude diante do problema”.
Se é difícil alterar nossa personalidade, podemos, sim, mudar a maneira de encarar problemas e adversidades. Dominar pensamentos negativos, acreditar que podemos não desistir, ser paciente, são caminhos para vencer o desânimo. E, nunca esquecer que manter uma atitude positiva é uma escolha. E aí podemos escolher entre ser animados ou desanimados.

Acreditar que você é capaz
Muitas vezes ficamos frustrados por não conseguir atingir um determinado resultado. Este fato pode deixar a pessoa desanimada e até mesmo pensar que lhe falta capacidade e inteligência para alcançar seus objetivos.
Este modo de pensar, de fazer a pessoa sentir-se desvalorizada, não realizada, não conseguir o que deseja, pode ter como fonte suas próprias atitudes, atitudes estas que a impedem de ter sucesso.
Atitudes inadequadas geralmente são geradas por experiências e acontecimentos passados, como afirma Keith Harrel. Suas causas mais comuns são: baixa auto-estima, estresse, medo, ressentimento e raiva e incapacidade de enfrentar mudanças.
A partir do momento que percebemos estas causas dentro de nós, modificamos nossos pensamentos e, aí sim, seremos capazes de vencer nossas frustrações. Keith Harrel também afirma que “são os limites de nossa mente que podem limitar as fronteiras do nosso futuro”.
Silas Barbosa Dias nos conta a seguinte estória: vários médicos estavam estudando as diferenças entre os cérebros humanos. Um dia consultaram um grande gênio e pediram-lhe autorização para examinar seu cérebro após sua morte, a qual lhes foi concedida.
Alguns anos mais tarde, após a morte do gênio, seu cérebro foi retirado do corpo e deixado em cima de uma mesa, ao lado de outro cérebro, também objeto de estudo, mas de um camponês recém falecido.
No dia seguinte, quando os cientistas chegaram ao laboratório e viram os dois cérebros sobre a mesa, perceberam que seria impossível distinguir a diferença entre os dois.
O que se pode concluir desta estória? Anatomicamente não existe diferença entre o seu cérebro, o meu cérebro ou o do gênio em questão. O que faz a diferença é a nossa determinação em querer vencer, ter sucesso, alcançar nossos objetivos.

Faça das críticas algo positivo para a sua vida
Sempre existem pessoas que criticam ou são criticadas por seu trabalho, suas atitudes, etc. Críticas podem ser uma das piores causas para que o desânimo se instale dentro das pessoas, deixando-as angustiadas.
Certa vez, escutei de uma pessoa a respeito de um a atitude minha:

- Vou fazer uma crítica construtiva sobre esta sua atitude.

Ao que lhe indaguei:

- E existem críticas destrutivas?

Aceitar e saber lidar com as críticas de forma positiva é um excelente remédio para vencer o desânimo. Encara-las desta forma só faz com que cresçamos perante a Vida.
Se a pessoa que critica for, acima de tudo, honesta em seus comentários, aí está uma oportunidade para que se extraiam lições e tornar a pessoa mais forte.
Nunca estaremos imunes às críticas, sejam vindas das pessoas que gostam de nós e só querem o nosso bem, sejam daquelas invejosas, que só sabem criticar o sucesso alheio.
Nunca deve ser esquecido que o FAZER implica em compromisso, risco e erro, portanto, passível de críticas.

Mantenha sempre seu bom humor
Esta é uma outra grande arma contra o desânimo. Bom humor enseja alegria, riso constante, rosto sem rugas e por aí vai. Acredito que você tenha lido os benefícios do humor nas primeiras páginas deste livro.

Esteja consciente de seu livre arbítrio
Livre arbítrio significa liberdade para fazer escolhas. Nossa vida é feita de escolhas, pelas quais somos os únicos responsáveis.
Isto significa que nunca iremos agradar a todos. Nunca iremos suprir as necessidades de todos aqueles com os quais convivemos, seja no âmbito familiar ou no local de trabalho.
Ter consciência que cada ser humano é único, que cada um tem o seu próprio livre arbítrio, pode nos ajudar a manter nossa autenticidade.
Portanto, seja você mesmo (a), único (a), autêntico (a). Não queira ser uma cópia ou um clone de alguém que você admira. Este é o caminho mais rápido para o desânimo e a frustração.

Viva com significado
Viver com significado quer dizer ter encontrado propósitos para sua existência, ter uma missão, saber ser feliz com o que tem, não fazer do passado a sua prisão ou do futuro uma fantasia inatingível.
Viver com significado quer dizer viver o presente, o dia de hoje, o momento do agora de forma plena, como se fosse p último momento de nossa vida.
Viver com significado é sempre lembrar que o ontem já foi, o amanhã é uma incógnita e o dia de hoje é uma dádiva de Deus; por isso se chama presente.

A partir do momento que qualquer pessoa vença o desânimo, ela:

· tem mais segurança e convicção de que pode realizar seus sonhos e ser melhor a cada dia;
· se torna mais audaciosa e procura aproveitar todas as chances para realizar seu potencial;
· reconhece que sempre procurar dar o melhor de si na realização de tarefas e busca sempre ser melhor a cada dia;
· aprende a perdoar a si e aos outros pelos erros cometidos. Reconhece que errou, liberta-se da culpa e faz dos seus erros um aprendizado;
· assume suas responsabilidades e tem clareza e tranqüilidade na realização de suas tarefas;
· passa a ter poder para redirecionar sua própria vida;
· reconhece que é sua postura mental que a libertará dos ressentimentos, do negativismo, da amargura e da censura. Passa a ser um eterno otimista.

Tudo isto caracteriza os vencedores. Diferentemente dos fracassados, onde seus pensamentos são fontes de desânimo e medo.

Bom humor, alegria de viver, atitudes e energia positivas, como “eu posso” ou “eu vou conseguir” são estímulos propulsores para sepultar de uma vez por todas o desânimo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Ciúme





Não há relação amorosa no mundo que não tenha sido ou que não será, num momento ou noutro, abalada pelos ciúmes de um dos elementos do casal. Faz parte da natureza humana e parece, quase sempre, mais forte do que nós, porém, não é. Ou seja, controlar os ataques de ciúmes é mais fácil do que imagina e vale a pena o esforço – pelo bem da sua sanidade mental e do amor entre o casal… caso contrário, pode ser o início do fim de qualquer relação.

DICAS INTERESSANTES DE COMO CONTROLÁ-LO:

1) Aprenda com o passado. Fazemos e reconhecemos os erros do passado para não voltar a cometê-los, nem no presente, nem no futuro, por isso, se o fato de ser ciumento já vem de trás, está na altura de o travar. Se os ciúmes já prejudicaram uma ex-relação, corre o risco disso voltar a acontecer. Será que esses ataques de ciúmes não estarão na base de uma vida amorosa atribulada? Ninguém quer viver uma relação assim, até porque não resolve nada, pelo contrário.

2) Evite fazer filmes. Quem é ciumento tem a tendência de deturpar a realidade, ou seja, um pequeno gesto ou palavra é o suficiente para despertar os ciúmes mais loucos, o que, por sua vez, desencadeia um verdadeiro “filme” na sua cabeça. É importante não deixar que a sua imaginação fomente os ciúmes de uma coisa que pode nem ser real. As pessoas mais ciumentas precisam aprender a distinguir a realidade da ficção, simplesmente porque nem tudo o que parece, é.

3) Não exagere. Rodado o “filme”, os mais ciumentos têm a tendência de passar para a acção – discussões, acusações, vitimizações, agressões verbais e até físicas podem fazer parte de um ataque de ciúmes. Deve-se pensar sempre duas vezes antes de reagir a qualquer provocação, no caso dos ciúmes, pense três. Será que vale realmente a pena?

4) Respeito próprio. Quem sofre insistentemente com ciúmes tende a sentir-se com baixa auto-estima e auto-confiança porque ao sentir-se ameaçado com a possível perda do companheiro(a) culpa-se a si e desencadeia uma série de ataques pessoais: ou porque é muito gordo, magro, pouco interessante ou inteligente… Esse tipo de negatividade é uma chama para manter o espírito ciumento a arder, por isso, é necessário respeitar-se e fazer-se respeitar. Alguém que está extremamente seguro de si, não se sentirá ameaçado por o que quer que seja. Faça o que tiver de fazer para sentir-se sempre bem na sua pele.

5) Conversas a dois. A confiança e a comunicação representam o pilar de qualquer relação a dois e quando o primeiro é posto em causa, é preciso recorrer ao segundo, rapidamente. Em vez de fazer uma cena de ciúmes em frente aos amigos ou estragar aquela que estava a ser uma noite perfeita de regresso a casa no carro, respire fundo, analise a situação friamente e só depois (talvez até não seja má ideia dormir sobre o assunto) é que deve conversar com o seu companheiro(a). Sim, conversar e não confrontar ou gritar. Fale abertamente sobre aquilo que o incomodou e de como se sentiu. Certamente perceberá que afinal não foi nada e que não volta a acontecer ou melhor, a incomodá-lo.

6) Dê atenção à relação. Quem está obcecado em seguir cada passo e palavra do seu parceiro(a) dificilmente terá tempo ou paciência para dedicar à relação em si. Mas afinal o objetivo de estarmos com outra pessoa não é para viver e sentir uma proximidade saudável e apaixonante? Para nos conhecermos cada vez melhor, para nos apoiar e fazer planos para o futuro? Para nos divertirmos? Então porque é que está a perder o seu precioso tempo a dois com ciúmes infundamentados? Se se dedicar tanto ao fortalecimento da relação como dedica aos ciúmes, essa palavra deixará de fazer parte do seu vocabulário. 

VAMOS SER FELIZES E BUSCAR EQUILÍBRIO NAS RELAÇÕES SEM ESQUECER DE AVALIAR SE ELAS REALMENTE VALEM À PENA...

Bjks.
Mitchel

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Antes Idiota que Infeliz



Por: Arnaldo Jabor

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas.

Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida? Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormirem abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
 
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!" Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreo e inacessíveis.
 
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
 
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
 
Alôôôuuu gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
 
Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
 
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele.
 
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é para continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: " vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
 
E ai!? Vc quer ser idiota ou Feliz?
Escolhas... Sempre Escolhas....
 
Bjs a todos.
Mitchel

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Viver Despenteada

 


Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...
O mundo é louco, definitivamente louco...
O que é gostoso engorda.  O que é lindo custa caro.  
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia...

·         Fazer amor - despenteia.
·         Rir às gargalhadas - despenteia.
·         Viajar, voar, correr, entrar no mar - despenteia.
·         Tirar a roupa - despenteia.
·         Beijar à pessoa amada - despenteia.
·         Brincar - despenteia.
·         Cantar até ficar sem ar - despenteia.
·         Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível...

Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado...  Mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa que aquela que decide não subir.
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:
Arrume o cabelo, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria...  E talvez siga algumas instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita...  
A pessoa mais bonita que posso ser!
O que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.
Por isso, aqui vai minha recomendação a todas as mulheres:

Entregue-se, coma coisas gostosas, beije, abrace, dance, apaixone-se, relaxe, viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, corra, voe, cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável, admire a paisagem, aproveite, e acima de tudo, deixa a vida te despentear!

Autor desconhecido